domingo, 27 de julho de 2008

Merecenças

DÚVIDAS INDUBITÁVEIS

Quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha, a farinha ou o angu, o anu ou o inseto, o projeto ou a projeção, o pendão ou a espiga, a fadiga ou o conforto, o absorto ou ou disperso, o controverso ou o nexo, o convexo ou o enfunado, o canelado ou o liso, o paraiso ou o purgatório, o suspensório ou as calças, a falsa ou a verdadeira, a fieira ou o anzol, o tarol ou as baquetas, a careta ou a face, o passe ou a mágica, a trágica ou a cômica, a mímica ou a fala, a pala ou o anel, o mel ou a abelha, a ovelha ou a lã, a vã ou a ocupada, a chegada ou a partida, a sabida ou a demente, a semente ou a planta, a santa ou a capela, a sovela ou sapateiro, o terreiro ou o pai-de-santo, o encanto ou o desalento, o talento ou a incompetência, a experiência ou a estultícia, a malícia ou a candura, a fartura ou a escassez, a solidez ou a fragilidade, a vaidade ou a modéstia, a moléstia ou o remédio, o assédio ou assentimento, o sentimento ou a indiferença, a crença ou o ceticismo, o anacronismo ou o imediato, o boato ou a verdade, a acuidade ou o alheamento, o fomento ou a desistência, a indulgência ou o castigo, o perigo ou a segurança, a temperança ou o desperdício, o estrupício ou o normal, o sal ou o insosso, o colosso ou o comum, o zunzum ou a zoada, a cilada ou o desafeto, o dileto ou o rejeitoso, o ditoso ou o infeliz, a matriz ou a filial, o mural ou o recado, o riscado ou o transparente, o carente ou o provido, o marido ou a mulher, a colher ou o colher, o temer ou o arrojo, o nojo ou a paixão, a procissão ou o andor, a dor ou a adoração, a indecisão ou o sim, o fim ou o começo, o adereço ou o singelo, o martelo ou a bigorna, a morna ou a ardente, a prudente ou a ávida, a dádiva ou a dívida? Quem sabe?

PÉ QUENTE
O jornalista e publicitário Ulisses Cosenza, assessor de comunicação da FIEMS tem dado extraordinária visibilidade às ações da entidade, inclusive em nível nacional, com acesso a importantes órgãos da chamada grande imprensa. Referência especial ao tratamento dado aos veículos locais, com profissionalismo e sem nenhum preconceito, o que está fazendo enorme diferença no meio.

PÉ FRIO
Os auxiliares do ex-governador Zeca do PT têm-lhes sido dor de cabeça permamente. Das contas do Ronaldo, que não batem, às trapalhadas do Raufi Marques e seus metralhas, cada dia é uma nova bronca que ele tem que incluir no seu cotidiano monótono de político fora do poder. Paga o preço de confiar em pessoas despreparadas para o exercício da gestão pública. Não foi por falta de aviso.

Nenhum comentário: